A diferença entre um e outro é uma conta de 28% chamada Fator R, que muda todo mês e que a contabilidade de plataforma calcula uma vez por ano, quando calcula. Somando pró-labore calibrado e, pra quem fatura de fora, a isenção da exportação de serviço, o imposto do profissional de TI bem estruturado fica entre 4% e 8%. O resto é dinheiro doado.
É o mesmo diagnóstico que a DCS cobra R$ 1.000 pra fazer em empresa de outros setores, aplicado de graça ao seu caso. Você sai da conversa sabendo exatamente quanto paga hoje, quanto deveria pagar e qual o caminho pra chegar lá, com número em real, não com promessa.
Seu faturamento simulado em CLT, PJ no Anexo V, Anexo III com Fator R e, se você recebe do exterior, com a receita segregada, lado a lado.
Enquadramento e CNAE, pró-labore, distribuição de lucros na regra nova de 2026 e riscos de malha nos recebimentos, inclusive os que chegam em dólar.
Se fizer sentido trocar, a DCS conduz tudo: inclusive a conversa técnica e a papelada com a contabilidade atual. Você não para de emitir nota um dia sequer.
Dev, engenheiro de dados, pentester e consultor caem nos mesmos quatro erros de enquadramento, e cada um tem número na etiqueta. A contabilidade de plataforma comete os quatro em escala industrial.
No Anexo V a alíquota começa em 15,5%. O mesmo CNPJ, com pró-labore calibrado em 28% da receita, cai pro Anexo III e paga a partir de 6%. Faturando R$ 15 mil por mês são R$ 1.425 a menos de DAS, todo mês, numa conta que muda mensalmente e que plataforma nenhuma confere por você.
Contrato do exterior recebido no CPF paga carnê-leão de até 27,5% mais INSS. Estruturado como PJ exportadora, com receita segregada no Simples, o mesmo contrato paga na casa de 4%, porque exportação de serviço é isenta de ISS, PIS e COFINS. A diferença chega perto de 9 vezes.
Desenvolvimento é atividade intelectual e não cabe no MEI. Quem opera num MEI de CNAE genérico e estoura os R$ 81 mil descobre da pior forma: desenquadramento retroativo a janeiro, com o imposto do ano inteiro recalculado, multa e Selic em cima.
A Lei 15.270 mudou o jogo em janeiro: pró-labore de até R$ 5 mil ficou isento de IR e lucro distribuído acima de R$ 50 mil por mês passou a reter 10% na fonte. Quem mantém a retirada desenhada no ano passado está pagando imposto que já dava pra não pagar.
O regime e o CNAE certos, com a conta dos 28% refeita todo mês, e não uma vez por ano.
Receita de fora segregada no Simples, sem ISS, PIS e COFINS, com invoice e câmbio no mês certo.
Retirada calibrada na regra nova de 2026 e distribuição de lucros planejada antes, não depois.
Três mudanças pegaram o profissional de TI em cheio este ano. Quem replanejou está pagando menos; quem ignorou está pagando mais ou acumulando pendência sem saber.
Pró-labore até R$ 5 mil por mês ficou sem IR, lucro acima de R$ 50 mil por mês retém 10% na fonte e nasceu um imposto mínimo pra quem soma mais de R$ 600 mil no ano. A conta ótima de pró-labore e distribuição mudou inteira.
O STF julga a licitude da contratação PJ com 74 mil ações esperando a decisão e a PGR opinando pela validade. Quem tem contrato civil bem estruturado, autonomia documentada e nota mensal em dia atravessa esse julgamento tranquilo.
e-Financeira, fintechs e contratos de câmbio são cruzados contra o que você declara. Recebimento do exterior registrado no mês errado já rende multa de até 20%, e MEI estourado aparece no radar sozinho.
Quem está saindo do CLT, quem já roda como PJ e quem fatura em dólar pagam imposto de formas diferentes e erram em pontos diferentes. O trabalho da DCS é específico pra cada um.
Pra quem tem proposta PJ na mesa e prazo pra responder.
Pra quem já emite nota todo mês em bodyshop ou consultoria.
Pra quem recebe em dólar de cliente ou plataforma gringa.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e atende hoje mais de 100 empresas da cidade, sendo 42 delas de tecnologia, do consultor PJ em contrato de governo à software house. Perícia contábil é serviço da casa: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se uma contabilidade está certa é o olhar que revisa a sua, todo mês.
E o atendimento é o oposto do que a contabilidade de plataforma normalizou: aqui quem responde é contador, no WhatsApp, chamando você pelo nome.
Atendimento direto no WhatsApp, com contador de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.

“A DCS tem sido uma parceira essencial para nossa empresa. O balancete de verificação e as demonstrações financeiras são formados com precisão e entregues dentro do prazo.”

“A DCS tem sido fundamental para o sucesso financeiro da Elas no Poder desde 2019. Com seu apoio, conseguimos implementar processos financeiros eficientes, garantindo a transparência e sustentabilidade das nossas operações.”

“Desde que apresentei minhas necessidades para a DCS, senti-me segura, pois os resultados que obtive apontaram que, com uma boa parceria, tudo é possível e o trabalho se torna mais tranquilo e colaborativo.”

“Trabalhar com a DCS tem sido uma tranquilidade para nossa empresa. A apuração de impostos e o envio das guias para pagamento são sempre feitos de maneira precisa e sem erros.”

“Graças à DCS, agora temos um painel informacional robusto que nos permite acessar dados financeiros e operacionais em tempo real e tomar decisões de forma muito mais assertiva e embasada.”

“A DCS nos ajudou a estruturar nosso plano de negócios e a traçar um planejamento estratégico para o futuro. Estamos mais preparados do que nunca para aproveitar as novas oportunidades de crescimento.”
Prestar serviço como PJ qualificado é lícito; fraude é simular subordinação de CLT. O STF está consolidando isso no Tema 1.389, e a proteção real é contrato civil bem redigido, autonomia documentada e contabilidade em dia, que é exatamente o que a DCS estrutura.
A regra de bolso do mercado é 30% a 50% acima do bruto CLT, porque 13º, férias e FGTS passam a sair do seu caixa. A análise faz essa conta com os seus números antes de você responder a proposta.
Muda a operação, não a obrigação: a nota de exportação sai em reais na data do câmbio e a receita entra segregada no Simples. Feito certo, o imposto cai pra casa de 4%; feito errado, a Receita cruza o câmbio com o declarado e cobra a diferença com multa.
Programação é atividade intelectual e não cabe no MEI, então quem está assim opera num enquadramento que a Receita desenquadra retroativo quando cruza os dados. A migração pra ME com CNAE certo é rápida e já sai desenhada na análise.
Depende do seu cenário: volume de notas, exterior ou não, folha e complexidade societária. A análise gratuita já sai com a proposta exata em cima do seu caso, sem tabela genérica e sem surpresa no segundo mês.