A diferença está numa conta simples com a folha da empresa, que muda todo mês e que a contabilidade de plataforma faz uma vez e esquece. Com a estrutura certa, o imposto do profissional de TI fica entre 4% e 8%. Quem recebe de fora paga menos ainda. O resto é dinheiro doado.
É o mesmo diagnóstico que a DCS cobra R$ 1.000 pra fazer em empresa de outros setores, aplicado de graça ao seu caso. Você sai da conversa sabendo exatamente quanto paga hoje, quanto deveria pagar e qual o caminho pra chegar lá, com número em real, não com promessa.
Quanto sobra do seu faturamento hoje e quanto sobraria em cada caminho legal, incluindo o de exportador, lado a lado.
O que está errado hoje: tabela de imposto, retirada de sócio e risco de malha nos recebimentos, inclusive os que chegam em dólar.
Se fizer sentido trocar, a DCS conduz tudo: inclusive a conversa técnica e a papelada com a contabilidade atual. Você não para de emitir nota um dia sequer.
Dev, engenheiro de dados, pentester e consultor caem nos mesmos quatro erros, e cada um tem preço na etiqueta. A contabilidade de plataforma comete os quatro em escala industrial.
O imposto do seu CNPJ pode começar em 6% ou em 15,5%. O que decide é uma conta com a folha que muda todo mês, e que a plataforma faz uma vez, na abertura. Num faturamento de R$ 15 mil são R$ 1.425 a mais por mês, pagos sem nenhum aviso.
Quem recebe contrato do exterior no CPF entrega até 27,5% mais INSS pro leão. Como empresa exportadora, o mesmo contrato paga na casa de 4%, porque a lei quase zera o imposto de quem traz dólar pro país. A diferença chega perto de 9 vezes.
Programação não cabe no MEI: é atividade fora da lista. Quem opera assim e estoura o limite descobre da pior forma: a Receita recalcula o ano inteiro pra trás, com multa e juros em cima.
A regra mudou em janeiro: retirada de até R$ 5 mil ficou sem imposto de renda e lucro acima de R$ 50 mil por mês passou a deixar 10% na fonte. Quem mantém a retirada desenhada no ano passado está pagando imposto que já dava pra não pagar.
A conta da folha refeita todo mês, pra sua guia começar em 6%, não em 15,5%.
Dinheiro de fora declarado do jeito certo: sem os impostos que a lei dispensa, com nota e câmbio no lugar.
Salário de sócio e lucro na medida certa da regra nova, pagando o mínimo que a lei permite.
Três mudanças pegaram o profissional de TI em cheio este ano. Quem replanejou está pagando menos; quem ignorou está pagando mais ou acumulando pendência sem saber.
Retirada de até R$ 5 mil ficou sem imposto de renda, lucro acima de R$ 50 mil por mês deixa 10% na fonte e nasceu um imposto mínimo pra quem ganha muito. A conta ideal da retirada mudou inteira.
O STF está decidindo as regras do trabalho PJ no Brasil, com milhares de processos esperando. Quem tem contrato bem feito, autonomia de verdade e contabilidade em dia atravessa esse julgamento tranquilo.
A Receita cruza o que os bancos e as corretoras de câmbio informam com o que você declara. Dinheiro de fora registrado no mês errado já rende multa de até 20%, e MEI estourado acende sozinho no radar.
Quem está saindo do CLT, quem já roda como PJ e quem fatura em dólar pagam imposto de formas diferentes e erram em pontos diferentes. O trabalho da DCS é específico pra cada um.
Pra quem tem proposta PJ na mesa e prazo pra responder.
Pra quem já emite nota todo mês em bodyshop ou consultoria.
Pra quem recebe em dólar de cliente ou plataforma gringa.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e atende hoje mais de 200 clientes no Brasil inteiro — e fora dele: tem dev da casa morando no exterior e recebendo em dólar com a contabilidade em dia. São 42 empresas de tecnologia, do consultor PJ em contrato de governo à software house. Perícia contábil é serviço da casa: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se uma contabilidade está certa é o olhar que revisa a sua, todo mês.
E o atendimento é o oposto do que a contabilidade de plataforma normalizou: aqui quem responde é contador, no WhatsApp, chamando você pelo nome.
Atendimento direto no WhatsApp, com contador de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.
“Fiquei 2 anos na tabela errada pagando mais que o dobro. A DCS refez a conta na primeira conversa. Ainda tô puto com a plataforma antiga, mas feliz da vida com a guia nova.”
“Recebo em dólar via Deel e nenhum contador sabia me explicar direito o que fazer. Montaram tudo: nota, câmbio, declaração. Durmo em paz.”
“Contabilidade era minha maior pendência de backlog. Hoje é um contador no WhatsApp que resolve antes de eu perguntar.”
“Trabalho em bodyshop e pagava um imposto duplicado que eu nem sabia que existia. Recuperei um valor bom e a guia caiu já no mês seguinte.”
“Saí do CLT com medo de fazer besteira. Fizeram a conta de quanto pedir de PJ e abriram meu CNPJ na semana. Simplesmente resolvido.”
“Plataforma de contabilidade funciona até a empresa crescer. Quando cresceu, precisei de gente. A DCS entrou, arrumou o passado e nunca mais tive susto.”
Prestar serviço como PJ qualificado é lícito; fraude é simular subordinação de CLT. O STF está consolidando isso no Tema 1.389, e a proteção real é contrato civil bem redigido, autonomia documentada e contabilidade em dia, que é exatamente o que a DCS estrutura.
A regra de bolso do mercado é 30% a 50% acima do bruto CLT, porque 13º, férias e FGTS passam a sair do seu caixa. A análise faz essa conta com os seus números antes de você responder a proposta.
Muda a operação, não a obrigação: a nota sai em reais na data do câmbio e o dinheiro de fora entra separado na declaração. Feito certo, o imposto cai pra casa de 4%; feito errado, a Receita cruza o câmbio com o declarado e cobra a diferença com multa.
Programação não cabe no MEI, então quem está assim opera num formato que a Receita desmonta pra trás quando cruza os dados. A migração pra uma empresa normal, do jeito certo, é rápida e já sai desenhada na análise.
Depende do seu cenário: volume de notas, exterior ou não, folha e complexidade societária. A análise gratuita já sai com a proposta exata em cima do seu caso, sem tabela genérica e sem surpresa no segundo mês.